Pipas são
esqueletos voando,
libertos, nas
amplitudes celestes.
Elas vertem
lágrimas
pelas linhas,
caem feito
chuva,
arrefecem a aridez.
Pipas não
entendem
de políticas,
mas visitam os
poemas envaretados
e fazem deles
os seus partidos.
Minha pipa eu a
empunho
com palavras,
eu a vejo subir
sonhando, delirando
e nenhum cerol
ditatorial
a poderá cortar.
Mágicos braços
empunham minha pipa,
com ela possuo
o céu em minhas mãos,
possuo a terra, sem
esses humanos desvãos.
Ismael
Machado

Coisa mais linda de se ler e de se ver. Parabéns e obrigada, querido amigo, em compartilhar conosco! Paz e bem! 👏👏🙏🙌🙌💋🌺🍾
ResponderExcluirMuito obrigado pelas palavras, pelo carinho. Abraços, Ismael.
ExcluirLindo tema e a escrita!
ResponderExcluirAgradeço, de coração, pelo seu comentário Mhiguel. Abraço, Ismael.
ExcluirExcelente metáfora pra falar de liberdade, de sonhos, de voos...
ResponderExcluirMuito obrigado, querido poeta, Elias Borges. Um abraço!
ExcluirQue poema! Filosofia poética. Gratidão por compartilhar... Feliz 2024
ResponderExcluirAgradeço pela leitura e pelas suas palavras, um abraço!
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