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sábado, 22 de agosto de 2026

Mente e coração

Bispo de Hipona

Onde o teu coração e a tua mente se detêm, 
para lá os teus pés te conduzem.

Santo Agostinho

sábado, 15 de agosto de 2026

O Hino mais lindo do mundo


 Na Copa do Mundo de Futebol Masculino o Hino Nacional Brasileiro 
foi eleito o mais lindo de todos os países.

 Veja acima, interpretado pelo tenor italiano Davide Carbone.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Barco Nequinho, letra de Janet Zimmermann


Lá vai o barquinho  
transver o céu  
do rio Paraguai  
de vidro e de mel. 

Lá vai o menininho 
alçar voo azul  
com a palavra garça  
o nome mais santo 
que há. 

[Refrão] 
Lá vai, lá vai Nequinho  
no barco de não ter fim…  
Lá vai, lá vai Nequinho  
desinventando o confim.  
 
Vai lá, peneirador de águas 
aspergir poesia na graça da ave 
que principia a manhã…

Vai lá, poetinha meu
comungar chão com as raízes aéreas
da poesia primeva de Deus. 

[Refrão] 
Vai lá, vai lá, Nequinho  
semear o silêncio no ar.  
Vai lá, vai lá, Nequinho  
ensinar pedra a voar. 
  
Vai desaguar minha saudade  
no horizonte dourado do Pantanal  
d’onde o rio faz a curva  
só pra caber no seu quintal.

Letra: Janet Zimmermann 
Música: Marcos Enoch e Moacir Lacerda
Produção: Marcos Enoch
Arranjos: Jean Carvalho 
Interpretação: Soraya de Assis e Elías de Alencar

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Homenagens a dois grandes nomes da literatura sul-mato-grossense


O que vou escrever, nada mais é 
 que um recorte da realidade atravessada pelo sonho. 

Lucilene Machado 


Poesia não compra sapatos, 
mas como andar sem poesia?

Emmanuel Marinho  

(Epígrafe do livro "Folhas ao vento", 
1a. Ed. Life, 2015, e 2a. Ed. Alfa Editora, 2022. 
Autoria de Ismael Machado, sob o pseudônimo de Oswald Barros).
 

sábado, 8 de agosto de 2026

Entre lírios e delírios

               
Para Gala Éluard Dalí


Quero a alegria da juventude desenhada em cada traço dessa face poética.

 

Quero a amizade, com grande intimidade da própria felicidade.

 

Quero os mais belos poemas em minhas mãos, cantando e dançando, lavrando rimas que tocam o azul.

 

Quero as aves pousando serenas nos quintais de minha mente.

 

Quero bailar as mais clássicas valsas vienenses, nos salões mais nobres e éticos, mesmo eu usando o simples gentílico de um caa-rapo-ense.

 

Quero apalpar os meus sonhos, vê-los, cheirá-los, degustá-los, após sinestesicamente realizados, ouvidos, concretizados.

 

Quero o aconchego da minha casa, construída com os tijolos dos melhores afetos.

 

Quero a saúde nos meus dias, o sopro da vida, a força e a paz nos meus membros. Anseio pelo viver bem até mais que os 100.

 

Sorrir, amar, gozar o melhor da Terra, abraçar essa Gaia com os braços de um amante.

 

Quero sim poder existir nas páginas da imortalidade e que minha alma beba o néctar produzido nas inimagináveis mansões celestiais, donde possa contemplar as belezas infindáveis.

 

Quero o menino que vive e reina dentro de mim cantando, pulando e brincando com beleza, pureza e leveza.

 

Quero a chave das palavras, os olhos do paraíso, o beijo dos arcanjos. Serafins no entorno e tocando em mim.

 

Quero os meus pés descalços de toda maldade do mundo, ainda que palmilhando uma certa ingenuidade, caminhando nas pegadas, nos passos da poeticidade.

 

Quero compor um poema tão longo e belo, que derrame pelas bordas das capas, que não caiba nos tonéis de vinho, mas que embriague os homens e os transforme de tal forma que não se reconheçam nem nos espelhos, nem nos seus atos vis.

 

Quero seguir na estrada do sem fim, coroado duma graça e que a piedade seja como uma sequoia milenar plantada no solo do meu coração.

 

Quero carneiros solenizados, eternizados, compondo suaves cenas, pastando os ramos da tranquilidade.

 

Quero as cores dos mais ternos, delicados e tenros amores, e que eles venham a mim, batam às minhas portas em versos, melodias e doces harmonias.

 

Quero os limites desse corpo de desejos estendidos até às raias do prazer. Ser e estar com a cabeça nos céus e os pés plantados no terreno de toda fertilidade, duma imensa criatividade.

 

Quero encher o livro com tanta sabedoria, até que ele transborde de suas páginas um verdadeiro e admirável mundo novo, não o de Huxley, mas algo maravilhoso, não-ficcional, uma obra com grandes possibilidades do vir-a-ser, possibilidades do belo, do ético e do real.

 

Quero os sagrados números falando comigo e me divertindo enquanto enchem os meus bolsos das mais preciosas alegrias.

 

Quero dialogar com os sábios, saber dos anjos os propósitos deles, a fim de intentar ajudá-los, até que eu mesmo tome o rumo das estrelas nas galáxias mais distantes e mais belas.

 

Quero os melhores amigos, entranhados no peito, de um jeito que não possam sair até o apagar de nossos olhos mortais.

 

Pai, eu te peço esses presentes todos, com ousadia, com pura loucura, fantasia, nesse dia dos filhos da liberdade.

 

E quanto ao demais, eu só posso dizer que não quero mais nada. Assim, regarei minhas rosas e plantarei os meus lírios nesses vales enlouquecidos de tantas esperanças.


Ismael Machado

(Do livro "Folhas de março", 2a. Edição, comemorativa pelos 20 anos da 1a. Edição, Alfa Editora, 2026, página 88, no prelo).


sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Um caso muito estranho...

O meu gato siamês comeu o rascunho 
dos meus verdes versos 
e eu o ando achando 
muito estranho...

Ismael Machado
(Do livro "Folhas de março", 2a. Edição, 
Alfa Editora, 2026, página 84, no prelo).

terça-feira, 28 de julho de 2026

Roupa de poeta

Ismael Machado 

"E foi assim que eu ganhei a minha primeira roupa de poeta, e eu fiquei tão lindo que tio Edmundo me levou para tirar um retrato."

(Fala do Zezé, menino personagem do livro "Meu pé de laranja lima", de José Mauro de Vasconcelos).

***

Roupa de poeta são palavras novas (ou surradas). A gravata preta e de asas grandes é borboleta que voa alto e longe. 

Ismael Machado 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Diversidade e alegria




O garotinho Keyne (Coty), de 3 anos, e seu irmão, o jogador Lamine Yamal, 19 anos, ganharam a cena da Copa do Mundo, 
com grande alegria, representando 
a diversidade mundial.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

179 anos da Princesa Leopoldina de Bragança


Em 13 de julho de 1847, há 179 anos, nascia no Palácio Imperial do Brasil uma princesa. Não nasceu apenas uma filha do Imperador; nasceu uma presença destinada a atravessar o tempo com a silenciosa elegância das figuras que a História jamais consegue extinguir. 

Enquanto palácios envelhecem e calendários se desfazem, permanece intacta a dignidade de D. Leopoldina de Bragança, cuja memória continua a florescer sempre que um olhar repousa sobre seu retrato. 

Celebrar seu nascimento é recordar que algumas vidas não pertencem apenas ao seu século, mas também à eternidade da memória nacional.

Carlos Egert
Diretório Monárquico do Brasil

quarta-feira, 10 de junho de 2026

O arco de encantos





Aos homens e mulheres de boa vontade 


Em Genebra, a caminho das Nações Unidas, a pé, e a passos largos, contados e dirigidos pelo Maps, tive uma parada forçada para o abrigo da chuva, porque trazia o prevenido guarda-chuvas, esquecido, justo naquele momento, na mala, 
no quarto de hotel.


Portanto, pacientemente, longanimamente, parei e esperei sob relâmpagos, raios e boa água. Parada bem recompensada, após retornada a caminhada, pelo lindo arco-íris nos céus daquela tarde primaveril. Havia bem tempos que não o via nos céus. E ele veio nestes literais tempos de dilúvio de guerras e conflitos, por isso, veio com a ajuda do sol trazendo os traços reforçados da compreensão, com linhas bem definidas, veio a beijar-me a cabeça, abrir-nos os passos às muitas esperanças para a humanidade inteira.

Veio ajudar-me a perfilar em cores, alegrias e preces, as mais de cento e noventa bandeiras dos países do mundo. Veio, sim,  a desejar um tempo de paz na Terra e de boa vontade 
aos homens e às mulheres.

Ismael Machado



terça-feira, 2 de junho de 2026

Diálogos internos, algo subterrâneos

J

Defronte está o mar imenso, olho para dentro de mim e vejo águas, marés, altas, baixas. Sigo aprendendo a conviver comigo, aprendizado, às vezes, difícil, e me incomodo muito, quase me desgasto em face dum desconforto, principalmente quando a solidão, pedregosa solidão, bate insistente com suas ondas revoltas. 


Tento expulsá-la, é difícil quando se sente só, acompanhado pode ser mais fácil disfarçar, camuflar a solidão. Olho para o verde-mar-esmeralda e tenho esperanças num relance, num instante, desse olhar.


Não tenho pretensão para a perfeição, desisto, melhor viver e aceitar os erros, pois de muitos somos constituídos. Quero um porto seguro para ancorar o meu barquinho de papel, onde encontrá-lo? Há tantos caminhos, qual dentre tantos trilhar?

Solto as rédeas da persona, deixo a vida, imprecisa, conduzir esse leme de ansiedade. Felicidade parece quimera, portanto, quero mais quimeras, muitas. Ó mar salgado, tempera o corpo, alma, inteiros, porque ser insípido? Sequer uma olhada para trás, decerto nem mesmo a mulher de Ló repetiria o feito, nem eu tornar-me estátua pra o vento soprar, a água derreter, estátua nem de sal, nem insensível.


As crianças sorriem, brincam, nadam, nem sabem de coisa quanta, tanta. Um dia aprenderão, ou desaprenderão, por certo, porque aprendemos coisas, esquecemos outras e é humano esquecer, pra não enlouquecer. Ser saudável é o desejável, sem se supor normal. Sem tornado o mar é calmaria, doce ventre de Maria. Ora Senhor, ajuda-nos, sem demora, tenho pressa, ansiedade desde o princípio quer chegar ao fim, e teimo em ir devagar, devagarzinho, pois assim é que se chega, feito formiga, feito tartaruga, ao largo caminho do mundo.


Quisera fazer uma aliança com o mar eterno, cujas ondas passarão e para sempre ficarão, aliança mesclada de ouro e amor, com a natureza, humana e divina.

Ismael Machado
Poeta e escritor


segunda-feira, 1 de junho de 2026

O silêncio grita em linguagem de nomenclatura própria

 


A linguagem do silêncio parece ter maior força de expressão que as muitas línguas que possamos falar.


Na quietude, que não é propriamente paz, o espírito discorre sobre vidas e fatos inusitados, sequer concebidos pela mente consciente, e por dentro e por fora vagueia essa fala interior, em que o próprio ser se trai analisando suas realidades conscientes e inconscientes. É, então, travada uma imensa batalha, sem palavras. E a mente, recorrente, atemporal, vai buscar na dramaturgia shakespeareana suas possibilidades, a fim de juntos repetirem velha questão vital: “To be or not to be?”


Sem respostas prossegue o silêncio, devorador, devastador, com suas injunções, iminente, presto a lançar mão d’alguma elocução letal, para dizer-nos uma porção daquelas realidades que preferimos guardadas, escondidas ou camufladas.


Acusa-se, e ainda mesmo como réu, se condena, sem ao menos ter em conta que não se foi oficiado para tal. Esse silêncio é o eu, pequeno ou adulto, não importa, um eu despido frente ao espelho, ele mesmo, como é


Quisera rir, o riso travou, chorar, gemido não tem, então busca-se ambos, rir e chorar num só tempo, em que a morte e a vida estão co’as mão dadas, dando-se a impressão de tamanha perplexidade...


E o silêncio, por vezes, companheiro perfeito da solidão, cavalga terras desconhecidas dos meros humanos, campos interiores muito vastos, nunca d’antes palmilhados. Onde vai dar tal cavalgada? O que mais nos dirá, em versos, esse tudo e aparente nada?...


Psiu!... Escuta. Será diálogo ou discussão a próxima fala?


Ismael Machado
Poeta e escritor

domingo, 31 de maio de 2026

[SONETO MONOSSILÁBICO]


eu não sei ser só! 
só, sou mais um sem mar,
a ter o céu sem sol,
a não ter paz, nem ar.

só, eu fui e não sou mais!
se é bom? ah, não sei se é...
fui só e o sol tão meu
se pôs no céu, que não o teu.

diz pra mim que eu sou
no teu céu de dor,
luz e cor, mel e sal.

diz: que só, eu não hei de ser, 
que és o meu sim, sem os nãos,
que és o bem para o meu mal.
.
.
______
[Daufen Bach]

domingo, 24 de maio de 2026

Sobre preservar o que vale mais que o dinheiro

Jacqueline Kennedy Onassis


Em 1979, Jacqueline Kennedy Onassis pagou 1,1 milhão de dólares por um trecho de costa varrida pelos ventos em Martha’s Vineyard que a maioria dos compradores já tinha rejeitado.

Não havia nenhuma mansão imponente sobre as falésias. Nenhum jardim perfeitamente cuidado. Apenas uma antiga fazenda de ovelhas, uma cabana simples de caça e hectares de campos salgados onde o vento do Atlântico dobrava a relva até quase a tocar o chão. Para os investidores, era um problema. Para Jackie, era um refúgio.

Ela não nivelou a terra nem a dividiu em lotes. Chamou a sua amiga mais próxima, a designer de jardins Rachel “Bunny” Mellon, para moldar o terreno com leveza, como se sempre tivesse sido assim. Encomendou ao arquiteto Hugh Newell Jacobsen uma casa que não dominasse a paisagem, mas que se acomodasse nela — baixa, em madeira de cedro, sensível à luz e ao vento.

Ela andava de bicicleta por trilhos de areia em direção ao farol. Estudava as marés para correr na praia quando a areia estava firme e o oceano em repouso. Aprendeu os ritmos da lagoa de Menemsha e observava a garça-azul levantar voo dos canaviais ao entardecer. Leu sobre a história do povo Wampanoag, inscrita nas falésias, e carregou essas memórias com respeito silencioso. Chamava aquele lugar de o mais belo do mundo — não apenas pela paisagem, mas pelo sentimento de liberdade, de algo intacto e essencial.

Ela ensinou os filhos a vê-lo assim também. Não como propriedade. Não como privilégio. Mas como responsabilidade.

Quando Jackie morreu em 1994, a terra passou para a filha, Caroline Kennedy, e para o filho, John F. Kennedy Jr. Após a morte de John num acidente de avião em 1999, Caroline e o marido tornaram-se os únicos guardiões daquele lugar. Criaram os filhos ali, durante verões moldados pela maré e pelo vento.

Colhiam lagostas na lagoa de Menemsha. Plantavam hortas e levavam os seus produtos à feira agrícola local — sem nunca ganhar um prémio. Caminhavam diariamente pela praia, e cada um voltava com uma única concha — a melhor que conseguia encontrar — formando uma coleção silenciosa em casa.

Também abriram o espaço a cientistas. Biólogos mapearam ecossistemas costeiros raros. Botânicos estudaram orquídeas frágeis. Ornitólogos acompanharam aves protegidas a atravessar as correntes de ar sobre as dunas. A terra, antes vista como comum, revelou-se extraordinária — um refúgio para espécies que não sobreviveriam se fossem deslocadas.

Em 2019, chegou o momento decisivo. A propriedade estava avaliada em 65 milhões de dólares. Caroline já era mais velha. Os filhos já tinham as suas próprias vidas. A manutenção daquele nível de responsabilidade tornava-se cada vez mais difícil.

O caminho mais fácil seria vender ao maior licitante. Um comprador privado dividiria os 350 acres em propriedades exclusivas, com portões fechados e acessos restritos. As paisagens continuariam verdes, mas silenciosamente inacessíveis. Os ecossistemas poderiam sobreviver — ou desaparecer sem testemunhas.

Mas Caroline escreveu à comunidade da ilha. Citou o poema Ítaca, de C. P. Cavafy, que a mãe admirava: a ideia de que o destino importa menos do que o caminho percorrido até ele. Disse que a mãe lhes tinha ensinado que a vida é feita de novas jornadas, e que esperava que outra família valorizasse Red Gate Farm como eles valorizaram.

Depois, fez algo inesperado: vendeu a propriedade não a um bilionário, mas a duas organizações de conservação, por 37 milhões de dólares — muito abaixo do valor de mercado. Mais de 336 acres foram protegidos de forma permanente.

Hoje, o local é conhecido como Squibnocket Pond Reservation. Qualquer pessoa pode caminhar pelas praias voltadas para o Atlântico. Qualquer pessoa pode atravessar as dunas onde o vento parece mover o próprio chão. Qualquer pessoa pode estar naquele mesmo espaço onde Jacqueline Kennedy um dia entendeu que certos lugares não pertencem a uma só família, por mais amor que exista neles.

Não foi um gesto repentino de generosidade. Foi o resultado de uma decisão iniciada décadas antes: escolher preservar em vez de possuir. E continuada por uma filha que, quando chegou o momento, não fechou o lugar — abriu-o.

O lugar mais bonito do mundo, dizia Jackie.


Agora, pertence a todos os que sabem caminhar com cuidado sobre ele.

Pâgina do Facebook: "Sobre Literatura?"



segunda-feira, 11 de maio de 2026

Ricos de que mesmo?



Há muitos ricos contaminados, endiabrados com toda sorte de maldades, pobres de toda bondade. I am so sorry!

Pois, há aqueles empobrecidos pelo dinheiro, meros miseráveis. Habitam em castelos, porém, são uma favela de sentimentos.

Justamente aquele homem em Vaduz apareceu-me com os olhos esbugalhados da maldade, trazia os dentes retorcidos de rangê-los e os sentimentos distantes da essência, pois o vil metal corrompe mais que a ferrugem.

São esses os pobres sofredores, de outra sorte, iguais aos seus oprimidos.

Será que isso vale a pena?
Seria essa alma assim tão pequena?

Ismael Machado

domingo, 10 de maio de 2026

Alpes



Nos Alpes, as cobertas de neve aquecem 
as montanhas do gelo humano.

Ismael Machado 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

A inveja existe?


Onde a felicidade está a inveja pode fazer ronda e desejar o seu fuzilamento. 

Cuidado. Mas não te imobilizes, o antídoto é seguir fazendo o bem. 

A Luz anula as trevas.

Ismael Machado