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quarta-feira, 8 de julho de 2026
quarta-feira, 1 de julho de 2026
segunda-feira, 29 de junho de 2026
domingo, 28 de junho de 2026
quarta-feira, 10 de junho de 2026
O arco de encantos
Aos homens e mulheres de boa vontade
Em Genebra, a caminho das Nações Unidas, a pé, e a passos largos, contados e dirigidos pelo Maps, tive uma parada forçada para o abrigo da chuva, porque trazia o prevenido guarda-chuvas, esquecido, justo naquele momento, na mala, no quarto de hotel.
Portanto, pacientemente, longanimamente, parei e esperei sob relâmpagos, raios e boa água. Parada bem recompensada, após retornada a caminhada, pelo lindo arco-íris nos céus daquela tarde primaveril. Havia bem tempos que não o via nos céus. E ele veio nestes literais tempos de dilúvio de guerras e conflitos, por isso, veio com s ajuda do, sol trazendo os traços reforçados da compreensão, com linhas bem definidas, veio a beijar-me a cabeça, abrir-nos os passos às muitas esperanças para a humanidade inteira.
Veio ajudar-me a perfilar em cores, alegrias e preces, as mais de cento e noventa bandeiras dos países do mundo. Veio, sim, a desejar um tempo de paz na Terra e de boa vontade aos homens.
Ismael Machado
domingo, 7 de junho de 2026
sábado, 6 de junho de 2026
sexta-feira, 5 de junho de 2026
quinta-feira, 4 de junho de 2026
quarta-feira, 3 de junho de 2026
terça-feira, 2 de junho de 2026
Diálogos internos, algo subterrâneos
Defronte está o mar imenso, olho para dentro de mim e vejo águas, marés, altas, baixas. Sigo aprendendo a conviver comigo, aprendizado, às vezes, difícil, e me incomodo muito, quase me desgasto em face dum desconforto, principalmente quando a solidão, pedregosa solidão, bate insistente com suas ondas revoltas.
Tento expulsá-la, é difícil quando se sente só, acompanhado pode ser mais fácil disfarçar, camuflar a solidão. Olho para o verde-mar-esmeralda e tenho esperanças num relance, num instante, desse olhar.
Não tenho pretensão para a perfeição, desisto, melhor viver e aceitar os erros, pois de muitos somos constituídos. Quero um porto seguro para ancorar o meu barquinho de papel, onde encontrá-lo? Há tantos caminhos, qual dentre tantos trilhar?
Solto as rédeas da persona, deixo a vida, imprecisa, conduzir esse leme de ansiedade. Felicidade parece quimera, portanto, quero mais quimeras, muitas. Ó mar salgado, tempera o corpo, alma, inteiros, porque ser insípido? Sequer uma olhada para trás, decerto nem mesmo a mulher de Ló repetiria o feito, nem eu tornar-me estátua pra o vento soprar, a água derreter, estátua nem de sal, nem insensível.
As crianças sorriem, brincam, nadam, nem sabem de coisa quanta, tanta. Um dia aprenderão, ou desaprenderão, por certo, porque aprendemos coisas, esquecemos outras e é humano esquecer, pra não enlouquecer. Ser saudável é o desejável, sem se supor normal. Sem tornado o mar é calmaria, doce ventre de Maria. Ora Senhor, ajuda-nos, sem demora, tenho pressa, ansiedade desde o princípio quer chegar ao fim, e teimo em ir devagar, devagarzinho, pois assim é que se chega, feito formiga, feito tartaruga, ao largo caminho do mundo.
Quisera fazer uma aliança com o mar eterno, cujas ondas passarão e para sempre ficarão, aliança mesclada de ouro e amor, com a natureza, humana e divina.
Poeta e escritor
segunda-feira, 1 de junho de 2026
O silêncio grita em linguagem de nomenclatura própria
A linguagem do silêncio parece ter maior força de expressão que as muitas línguas que possamos falar.
Na quietude, que não é propriamente paz, o espírito discorre sobre vidas e fatos inusitados, sequer concebidos pela mente consciente, e por dentro e por fora vagueia essa fala interior, em que o próprio ser se trai analisando suas realidades conscientes e inconscientes. É, então, travada uma imensa batalha, sem palavras. E a mente, recorrente, atemporal, vai buscar na dramaturgia shakespeareana suas possibilidades, a fim de juntos repetirem velha questão vital: “To be or not to be?”
Sem respostas prossegue o silêncio, devorador, devastador, com suas injunções, iminente, presto a lançar mão d’alguma elocução letal, para dizer-nos uma porção daquelas realidades que preferimos guardadas, escondidas ou camufladas.
Acusa-se, e ainda mesmo como réu, se condena, sem ao menos ter em conta que não se foi oficiado para tal. Esse silêncio é o eu, pequeno ou adulto, não importa, um eu despido frente ao espelho, ele mesmo, como é
Quisera rir, o riso travou, chorar, gemido não tem, então busca-se ambos, rir e chorar num só tempo, em que a morte e a vida estão co’as mão dadas, dando-se a impressão de tamanha perplexidade...
E o silêncio, por vezes, companheiro perfeito da solidão, cavalga terras desconhecidas dos meros humanos, campos interiores muito vastos, nunca d’antes palmilhados. Onde vai dar tal cavalgada? O que mais nos dirá, em versos, esse tudo e aparente nada?...
Psiu!... Escuta. Será diálogo ou discussão a próxima fala?
Poeta e escritor
domingo, 31 de maio de 2026
[SONETO MONOSSILÁBICO]
sábado, 30 de maio de 2026
quarta-feira, 27 de maio de 2026
terça-feira, 26 de maio de 2026
segunda-feira, 25 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
Sobre preservar o que vale mais que o dinheiro
quinta-feira, 21 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
terça-feira, 19 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
sábado, 16 de maio de 2026
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Ricos de que mesmo?
domingo, 10 de maio de 2026
sexta-feira, 8 de maio de 2026
A inveja existe?
quarta-feira, 6 de maio de 2026
terça-feira, 5 de maio de 2026
segunda-feira, 4 de maio de 2026
sexta-feira, 1 de maio de 2026
quinta-feira, 30 de abril de 2026
Jewishes or other peoples, os óculos de cristal do poeta
Em pleno século XX, eram os anos de 1939 a 1945, esse terrivel e interminável tempo, e eu ali ainda vi o ódio matar milhões e milhões de humanos (com carne, dor, sangue e sentimento), eu vi novamente Ramá chorando por seus filhos mortos em um labirinto de horrores, onde havia muitos Minotauros. Eu vi o verbo clamando por seus pobres filhos esquálidos, famintos, doentes, ignorantes de toda sorte.
Homens, mulheres, crianças, inocentes foram mortos num jardim entre as regadas e crescidas flores da crueldade.
Era Herodes ressuscitado em carne e osso, vivo em outros corpos da vildade, sem qualquer piedade. O Nazifascismo persiste no século XXI, tempo em que os algarismos romanos quase nem se usam mais.
A Terra, às vezes, me parece apenas um gueto, um lugar onde os holocaustos se concentram em incontáveis campos, eles se sucedem, em quaisquer tempos, entre as nações. Isso beira um tom de ironia. But the World, seriously, represents a place where oprimidos tantas vezes tomam as máscaras dos seus opressores, e eles as acham tão bonitas, lhes encaixam tão perfeitamente nas faces, que olvidam o seu lugar de origem, olvidam os seus pares oprimidos de outrora, de agora, e desde sempre.
Perdão, há uma confusão, o antissemitismo diverge do sionismo, na mesma proporção da distância que vai do oprimido ao opressor, pois eles estão equidistantes. Há medos inumeráveis de ambos os lados, mas amar Ramá, em todos os sentidos, lendo da direita pra esquerda, ou o inverso disso, repito, amar Ramá, lança fora todo o medo. Porque na etimologia do amor não há medo.
Os antigos filósofos gregos, inventores da democracia, revolvem-se em suas catacumbas, delas querem se levantar e corrigir o que, hodiernamente, entendem por democracia, hoje com suas falsas ideologias, fajutos e toscos modos de pensar o mundo.
Eu quero a Menorá, de ouro maciço, bem dentro de mim, com seus sete sagrados dons, sua Luz espargindo os seus raios, sem um fim. Nessa Shekinah cantarei os cânticos duma sabedoria indescritível aos meros mortais. Ali, em meu peito, novamente crescerão os ramos da Árvore da Vida, sob suas sombras verei outros rebentos sorridentes.
O que eu vejo é infinitamente melhor do que a lente da minha câmera. Com os meus óculos de poeta eu posso reenxergar a realidade míope.
Ismael Machado
quarta-feira, 29 de abril de 2026
500 anos da virgula
Muito boa a campanha da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), por ocasião dos seus 100 anos de fundação. A campanha versou sobre os mais de 500 anos do uso da vírgula na Lingua Portuguesa.
*A virgula pode ser uma pausa, ou nao.
Não, espere.
Não espere.
*Ela pode sumir com seu dinheiro:
R$ 23,4.
R$ 2,34.
*Pode criar heróis:
Isso só, ele resolve!
Isso, só ele resolve!
*Ela pode ser a solução:
Vamos perder, nada foi resolvido!
Vamos perder nada, foi resolvido!
*A vírgula muda uma opinião:
Não queremos saber!
Não, queremos saber!
*A vírgula pode condenar ou salvar:
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
*Uma vírgula muda tudo!
ABI: 100 anos trabalhando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Considerações adicionais:
*Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andsria de quatro à sua procura.
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de "mulher".
*Se você for homem, colocou a vírgula depois de "tem".
😂😂😂😃
*Moral da história:
A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos a pontuação!
*Pontue sua vida com o que realmente importa.
Isso faz toda a diferença!

















































