Aos homens e mulheres de boa vontade
Em Genebra, a caminho das Nações Unidas, a pé, e a passos largos, contados e dirigidos pelo Maps, tive uma parada forçada para o abrigo da chuva, porque trazia o prevenido guarda-chuvas, esquecido, justo naquele momento, na mala,
no quarto de hotel.
no quarto de hotel.
Portanto, pacientemente, longanimamente, parei e esperei sob relâmpagos, raios e boa água. Parada bem recompensada, após retornada a caminhada, pelo lindo arco-íris nos céus daquela tarde primaveril. Havia bem tempos que não o via nos céus. E ele veio nestes literais tempos de dilúvio de guerras e conflitos, por isso, veio com a ajuda do sol trazendo os traços reforçados da compreensão, com linhas bem definidas, veio a beijar-me a cabeça, abrir-nos os passos às muitas esperanças para a humanidade inteira.
Veio ajudar-me a perfilar em cores, alegrias e preces, as mais de cento e noventa bandeiras dos países do mundo. Veio, sim, a desejar um tempo de paz na Terra e de boa vontade
aos homens e às mulheres.
aos homens e às mulheres.
Ismael Machado





Que maravilha que estivestes por aí. É um lugar incrível, especialmente pela simbologia que carrega. Um grande abraço poeta querido.
ResponderExcluirEstive em Genebra, com grande felicidade. Obrigado minha amiga muito querida. Abraços, Ismael.
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