Em 13 de julho de 1847, há 179 anos, nascia no Palácio Imperial do Brasil uma princesa. Não nasceu apenas uma filha do Imperador; nasceu uma presença destinada a atravessar o tempo com a silenciosa elegância das figuras que a História jamais consegue extinguir.
Enquanto palácios envelhecem e calendários se desfazem, permanece intacta a dignidade de D. Leopoldina de Bragança, cuja memória continua a florescer sempre que um olhar repousa sobre seu retrato.
Celebrar seu nascimento é recordar que algumas vidas não pertencem apenas ao seu século, mas também à eternidade da memória nacional.
Carlos Egert
Diretório Monárquico do Brasil

Nenhum comentário:
Postar um comentário